Tabata Amaral: Muito obrigada, Presidente. Eu queria trazer alguns comentários e, sobretudo, uma convocação em relação à votação que nós tivemos aqui hoje, que pode parecer pouco, mas, de fato, é algo histórico.
Tabata Amaral: Para isso, eu preciso trazer um breve histórico.
Durante a Constituinte, foi decidido que o Brasil, como um país avançado que nós sonhamos que fosse, teria uma licença paternidade.
Tabata Amaral: Naquele momento, não cabia à Constituição dizer qual seria a duração dessa licença.
Tabata Amaral: Portanto, ficou estabelecido que, até que o Congresso aprovasse uma lei regulamentando a licença-paternidade, o prazo seria de 5 dias.
