Sérgio Moro: Ninguém está acima da lei. E essa apuração tem que ser feita, seja para que, ao final, se conclua que não há nada de errado nessas relações, seja para que se extraiam as consequências.
Sérgio Moro: Vamos destacar aqui, por exemplo, as transações entre o Banco Master e o Resort Tayayá, que foi revelado recentemente ser de propriedade do Ministro Dias Toffoli, através da empresa Maridt.
A CPI decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal dessa Maridt e também do fundo que alimentou essa própria empresa, no entanto essas ações investigatórias foram obstaculizadas por liminar concedida pelo Ministro Gilmar Mendes.
Sérgio Moro: Por isso que nós precisamos continuar esse trabalho para que, ainda que dentro das limitações existentes...
Sérgio Moro: E espero que essas limitações possam ser evitadas ou que possam ser, de alguma maneira, contornadas – e, para isso, precisamos da revisão dessas decisões.
