Sérgio Moro: Eu acabei conhecendo a María Corina Machado – infelizmente, não pessoalmente, mas em seminários dos quais participei, porque ela, infelizmente, tem que viver foragida, escondida, e não pode deixar a Venezuela por conta dos atos ditatoriais de Nicolás Maduro, que usurpa o poder daquele país há muito tempo.
Sérgio Moro: Tivemos, inclusive, a oportunidade de ouvi-la aqui no Senado Federal, em Comissão, por requerimento de minha autoria, na Comissão de Segurança Pública em 2023.
E vem esse Nobel, esse prêmio, ser um justo reconhecimento não só de sua coragem, mas, igualmente, da luta do povo venezuelano pela liberdade.
Sérgio Moro: Esse prêmio, além de ser um reconhecimento, fortalece essa luta, coloca-a, de certa maneira, sobre os olhares de todo mundo.
Sérgio Moro: Isso representa, também, uma forma indireta de protegê-la contra ataques, atentados e maldades – muitas – do regime de Nicolás Maduro.
