Fala analisada

O que Kim Kataguiri disse sobre substituir a tarifa mínima de água por uma estrutura tarifária com parcela fixa e parcela variável, sem cobrança de consumo mínimo

Sobre: substituir a tarifa mínima de água por uma estrutura tarifária com parcela fixa e parcela variável, sem cobrança de consumo mínimo

Kim Kataguiri: Diante desse cenário e corroborando o entendimento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), exarado por meio da Norma de Referência nº 13/2025, entendemos que a estrutura tarifária deve ser composta por uma parcela fixa, correspondente à tarifa básica, e uma parcela variável, correspondente ao consumo real.

Kim Kataguiri: A tarifa básica destina-se a remunerar a disponibilidade da infraestrutura e os custos fixos, enquanto a parcela variável garante que o usuário pague estritamente pelo que consumiu.

Assim, a estrutura proposta induz o uso racional da água, aumenta a transparência e garante a modicidade tarifária, preservando ao mesmo tempo a sustentabilidade econômica dos prestadores.

Kim Kataguiri · 79:28

Kim Kataguiri: Essa mudança assegura que as concessionárias mantenham a sustentabilidade da prestação dos serviços, enquanto os usuários pagam de forma justa.

Kim Kataguiri: A transição para esse modelo soluciona também a divisão de consumo em condomínios, pois veda expressamente a cobrança de "franquia" ou "volume mínimo" por unidade em qualquer unidade consumidora, incluindo os condomínios multifamiliares.

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Por que foi classificada assim · 85% de confiança

atribui benefícios da proposta (uso racional, transparência), defendendo-a.

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