Fala analisada

O que Kim Kataguiri disse sobre substituir a tarifa mínima de água por uma estrutura tarifária com parcela fixa e parcela variável, sem cobrança de consumo mínimo

Sobre: substituir a tarifa mínima de água por uma estrutura tarifária com parcela fixa e parcela variável, sem cobrança de consumo mínimo

Kim Kataguiri: Quanto à juridicidade, consideramos que a proposição legislativa é jurídica, na medida em que inova o ordenamento jurídico e respeita os princípios gerais do direito.

Kim Kataguiri: A técnica legislativa e a redação empregadas no projeto são adequadas, conformando-se perfeitamente à Norma Brasileira de Legística (Lei Complementar nº 95, de 1998). b) Mérito A cobrança de "tarifa mínima" ou "franquia de consumo" parte de uma lógica de volume presumido que, embora historicamente utilizada para assegurar previsibilidade de receita, produz hoje efeitos socialmente injustos e ambientalmente inadequados.

Ao cobrar por volume que não foi necessariamente consumido, a franquia mínima pode penalizar usuários de baixo consumo, como famílias de menor renda ou pessoas que vivem sozinhas, e estimular o desperdício, já que o custo marginal do consumo até o limite da franquia é nulo.

Kim Kataguiri · 77:23

Kim Kataguiri: Ao impor o pagamento por volume não utilizado, o modelo pune o consumidor que utiliza pouca água e desestimula o uso racional dos recursos naturais.

Kim Kataguiri: De acordo com o modelo atual, grande parte da arrecadação da concessionária não varia de acordo com o consumo efetivo de água.

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Por que foi classificada assim · 90% de confiança

critica a tarifa mínima como socialmente injusta, defendendo sua substituição.

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