Tarcisio: A pessoa trabalhou pra caramba, ralou, entrou no crediário pra comprar um celular pra poder se comunicar, pra poder dar uma informação pra mãe que tá na condução, que tá bem, que tá em segurança, pra fazer a movimentação, às vezes, o que seja pra tirar foto, o cara comprou e é dele, pô.
Tarcisio: Então, assim, é muito injusto esse negócio da pessoa perder o celular.
Veja a mobilização que a gente faz nesses grandes eventos, né, no carnaval, etc.
Tarcisio: A gente atua com torre de vigilância, a gente atua com... a gente atua com um policial infiltrado.
Tarcisio: Então a gente tinha os policiais fantasiados nos blocos.
