Tabata Amaral: Naquele momento, não cabia à Constituição dizer qual seria a duração dessa licença.
Tabata Amaral: Portanto, ficou estabelecido que, até que o Congresso aprovasse uma lei regulamentando a licença-paternidade, o prazo seria de 5 dias.
Infelizmente, passaram-se 35 anos e este Congresso Nacional, ao longo de décadas, não conseguiu dar uma resposta à sociedade.
Tabata Amaral: Há 3 anos, após inúmeros projetos apresentados, um novo esforço começou na Secretaria da Mulher, com a Ana Cláudia e tantas outras, com esses Parlamentares que estão aqui, com o Deputado Pedro Campos, com a Senadora Damares Alves, com a Deputada Benedita da Silva, trazendo esforços de homens e mulheres, com a sociedade, com a CoPai.
Tabata Amaral: Eu poderia trazer inúmeros exemplos, mas foram 3 anos que esse grupo que depois se transformou numa frente parlamentar que eu tenho a honra de liderar ouviu sociedade, empresários, empresárias para dizer quanto tempo tem que ser a licença-paternidade, como a gente paga essa conta, como a gente torna isso realidade.
