Sérgio Moro: Os presídios federais de segurança máxima passaram na prova do teste de fogo.
Sérgio Moro: Têm, historicamente, infelizmente, duas fugas que ocorreram durante este Governo, mas trata-se de exceções em um histórico exitoso, no qual aqueles recolhidos aos presídios federais ficam isolados, ficam em celas individuais durante a maior parte do tempo – 22 horas –, com apenas duas horas fora da cela, de lazer.
É um regime prisional duro, sim, mas um regime prisional necessário para esses chefões do crime organizado.
Sérgio Moro: Quando eu assumi o Ministério da Justiça, em 2019, um dos nossos primeiros atos foi transferir as lideranças do PCC de São Paulo, porque estavam lá, em presídios estaduais, aguardando uma possibilidade de fuga e ainda controlando o mundo do crime.
Sérgio Moro: Todos eles foram transferidos – mais de duas dezenas, numa verdadeira operação de guerra – aos presídios federais, e, quando pisaram o pé nos presídios federais, nós mudamos também o regime de visitação para impedir que eles tivessem contato com o mundo exterior que não fosse monitorado por policiais penitenciários federais.
