Sérgio Moro: Antigamente tinha muito êxito a escuta telefônica. Hoje, praticamente, já é um método que é muito difícil de ser bem-sucedido, dados esses mecanismos de criptografia, mas operações infiltradas, acordos de colaboração premiada, rastreamento fiscal, rastreamento bancário, cooperação jurídica internacional são essenciais para ter processos exitosos contra os chefões do crime.
Sérgio Moro: Uma vez condenados e presos, eles têm que ser isolados.
E para isso, o Brasil já dispõe de um instrumento eficaz, que são os presídios federais de segurança máxima.
Sérgio Moro: Os presídios federais de segurança máxima passaram na prova do teste de fogo.
Sérgio Moro: Têm, historicamente, infelizmente, duas fugas que ocorreram durante este Governo, mas trata-se de exceções em um histórico exitoso, no qual aqueles recolhidos aos presídios federais ficam isolados, ficam em celas individuais durante a maior parte do tempo – 22 horas –, com apenas duas horas fora da cela, de lazer.
