Sérgio Moro: Morre-se, muitas vezes, porque se deve agir de forma artesanal e, não se sendo ajudado, está-se destinado a levar bala.
Sérgio Moro: Na Sicília, a máfia fere os servidores do Estado, que o poder público não consegue proteger.
Infelizmente, isso se tornou realidade no ano seguinte, quando ele foi assassinado no atentado a bomba.
Sérgio Moro: Nós não podemos deixar que os nossos agentes da lei, pessoas que enfrentam o crime organizado com valentia, que colocam mais do que as suas carreiras em risco, fiquem desprotegidos, sejam abandonados.
Sérgio Moro: Se o crime organizado não esquece, se o crime organizado busca retaliar aqueles que fizeram o seu trabalho, nós o Estado, o poder público, não podemos abandoná-los à própria sorte.
