Gabriel Azevedo: Eu moro num apartamento no centro da cidade.
Gabriel Azevedo: E pretendo continuar por lá.
O Palácio vai ficar servindo como um espaço de memória e de ocupação pública do cidadão mineiro.
Gabriel Azevedo: Sobretudo para a gente lembrar que o Palácio das Mangabeiras, o Palácio da Liberdade, foram dois palcos da redemocratização brasileira.
Gabriel Azevedo: Ao contrário do governador Romeu Zema, eu sei que a ditadura existiu, eu faço parte do movimento democrático brasileiro, e assim como o Tancredo Neves, que me inspira muito, eu sei muito bem que o primeiro compromisso de Minas é... com a liberdade.