Gabriel Azevedo: Do mesmo jeito, tivemos o caso de governadores que brigavam com o presidente, aí é que a coisa fica terrível.
Gabriel Azevedo: Então, eu acredito que ser alguém independente atrai mais atenção dos mais diversos prismas ideológicos e de posições entre o povo mineiro.
Porque quando eu falo que a gente tem que ter uma fila que seja visível e que a família não receba uma mensagem depois que o paciente está morto para fazer a cirurgia, eu não estou fazendo... aqui média, com uma cirurgia que vai ser de esquerda ou de direita, lulista ou bolsonarista.
Gabriel Azevedo: Eu quero o paciente operado.
Gabriel Azevedo: É sobre isso que eu quero falar.