Augusto Cury: Mota, a escola austríaca é muito interessante, tá?
Augusto Cury: O key zenianismo, ele estimula a intervenção excessiva do Estado.
Eu sou contra a intervenção excessiva no Estado.
Augusto Cury: Para mim, o Estado tem que ser mínimo, mas ele não tem que ter a ausência de Estado, como o Javier Millet prega, e ele nem está conseguindo.
Augusto Cury: Então, o ideal seria um Estado responsável fiscalmente, um Estado enxuto, um Estado rápido, com licenças mais rápidas.