Augusto Cury: Para mim, o Estado tem que ser mínimo, mas ele não tem que ter a ausência de Estado, como o Javier Millet prega, e ele nem está conseguindo.
Augusto Cury: Então, o ideal seria um Estado responsável fiscalmente, um Estado enxuto, um Estado rápido, com licenças mais rápidas.
E, ao mesmo tempo que tem indicadores de eficiência nos mais diversos setores, mas também escutar as pessoas, as dores das pessoas.
Augusto Cury: Vou te dar um exemplo.
Augusto Cury: Eu subi na favela da Rocinha há alguns dias, uns quatro ou cinco dias.